PERCEPÇÕES DE ESTUDANTES DE ODONTOLOGIA SOBRE O EXAME DE PROFICIÊNCIA E MERCADO DE TRABALHO NO RIO DE JANEIRO

Autores

  • Fernanda da Silva Prado Programa de Mestrado Profissional em Clínica Odontológica, Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ, Rio de janeiro, RJ, Brasil
  • Fabíola Fontes Galdino Programa de Pós-graduação em Odontopediatria, Faculdade de Odontologia, Universidade Estadual do Rio de Janeiro-UERJ, Rio de janeiro, RJ, Brasil
  • Tatiana Kelly da Silva Fidalgo Programa de Pós-graduação em Odontopediatria, Faculdade de Odontologia, Universidade Estadual do Rio de Janeiro-UERJ, Rio de janeiro, RJ, Brasil
  • Vera Ligia Vieira Mendes Soviero Programa de Pós-graduação em Odontopediatria, Faculdade de Odontologia, Universidade Estadual do Rio de Janeiro-UERJ, Rio de janeiro, RJ, Brasil
  • Maria Cynésia Medeiros de Barros Departamento de Clínica Odontológica, Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ, Rio de janeiro, RJ, Brasil

Palavras-chave:

Mercado de trabalho; Odontologia; Exame de Proficiência; Prática profissional; Educação.

Resumo

 

Objetivos: O objetivo do presente estudo foi avaliar a percepção do estudante de graduação em Odontologia no município do Rio de Janeiro em relação ao mercado de trabalho atual, e o Exame de Proficiência de duas Instituições de Ensino Superior (IES) públicas. Materiais e métodos: Trata-se de um estudo transversal observacional descritivo exploratório quali-quantitativo, baseado em um questionário semiestruturado on-line com 20 perguntas sobre mercado de trabalho atual, formação profissional e Exame de Proficiência. O público-alvo foi de alunos de graduação, cursando do 4º ao 8º período de duas universidades públicas do Estado do Rio de Janeiro. Os dados foram tabulados e analisados descritivamente no SPSS. Resultados: O total de participantes da amostra da pesquisa foi de 148 estudantes. Dentre os respondentes, 78 eram estudantes da IES 1 e 70 da IES 2. A média de idade da população estudada foi de

24,32 anos de idade (DP± 0,82) e 76,20% era do sexo feminino. A escolha do curso ocorreu em 52,70% por reputação da IES em qualidade de ensino, 45,27% por gratuidade, e 2,03% por proximidade de residência e facilidade de acesso. A maioria dos respondentes não sabia quantos cursos de Odontologia existem no Brasil (84,94%) e nem quantos dentistas exercem a profissão no país (69,31%). Quase a totalidade da amostra (83,10%) reconhece que a qualidade do cirurgião-dentista formado no Brasil é excelente ou muito boa. Em relação à adoção de um exame de proficiência, 97,03% concordam com a sua importância e fariam o exame; e 45,86% são de opinião que o Conselho Regional de Odontologia (CRO) deveria aplicar o exame de proficiência de forma obrigatória. Conclusão: O exame de proficiência foi percebido de forma positiva, sendo considerado um selo de qualidade profissional. A maioria dos participantes sugeriu que sua aplicação seja opcional.

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Publicado

2026-03-02

Como Citar

Prado, F. da S., Fontes Galdino, F., da Silva Fidalgo, T. K., Vieira Mendes Soviero, V. L., & Medeiros de Barros, M. C. (2026). PERCEPÇÕES DE ESTUDANTES DE ODONTOLOGIA SOBRE O EXAME DE PROFICIÊNCIA E MERCADO DE TRABALHO NO RIO DE JANEIRO. Revista Científica Do CRO-RJ (Rio De Janeiro Dental Journal), 9(3), 3–9. Recuperado de https://revcientifica.cro-rj.org.br/revista/article/view/427

Edição

Seção

Artigos